Domingo, Agosto 01, 2010
   
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Formação

formao2Porque meu povo se perde por falta de conhecimento” (Oséias 4,6).

A equipe é responsável pela formação religiosa dos integrantes do QAS+ com base na bíblia, documentos eclesiais e demais fontes de caráter moral e religioso. O primeiro ponto do processo de formação acontece de forma espontânea, sempre às sextas-feiras, durante o Grupo de Oração. Ali, os servos têm a oportunidade de conhecer os ensinamentos deixados por Jesus Cristo, por meio das pregações.

O plano de trabalho prevê ainda um estudo detalhado e individual com as equipes do QAS+, por meio de cursos e palestras, segundo as finalidades das ações religiosas destinada aos fiéis que freqüentam o Grupo. Uma vez por mês, os membros participam também de um retiro de convivência dirigido pelo diretor espiritual do ‘Quem Ama Sorri’, padre Charles Cunha. É um momento de acompanhamento, direcionamento e partilha das batalhas enfrentadas no dia a dia.  A formação dos cristãos representa um ato decisivo, uma vez que a Igreja é atacada por todos os lados, sobretudo pela falta de conhecimento dos próprios fiéis. Por isso, a orientação deixada aos membros do QAS+ é que busquem, de forma incessante, a evolução espiritual sempre focada nos preceitos da Sagrada Escritura. Assim, ninguém será arrastado facilmente por falsas doutrinas.

Consciente da importância dessa atividade, o santo papa João Paulo II na exortação Christifideles Laici (CfL), após o Sínodo sobre os leigos, pede que a formação deles tenha prioridade nas igrejas.

“A formação dos fiéis deverá figurar entre as prioridades da diocese e ser colocada nos programas de ação pastoral, de modo que todos os esforços da comunidade (sacerdotes, clérigos e religiosos) possam convergir para este fim”. (CfL n.57).

A formação deve unir a fé à vida: ”Ao descobrir e viver a própria vocação e missão, os fiéis leigos devem ser formados para aquela unidade, de que está assinalada a sua própria situação de membros da Igreja e de cidadãos da sociedade humana. Não pode haver na sua existência duas vidas paralelas: por um lado, a vida chamada “espiritual”, com os seus valores e exigências; e, por outro, a chamada vida “secular”, ou seja, a vida da família, do trabalho, das relações sociais, do engajamento político e da cultura” (CfL n.59).

“Mas crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”. (II Pedro 3,18)

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